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Turismo de guerra: os 20 lugares para ver de perto as guerras mais cruéis da história

Por

Priscila B. 

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Não há quem não goste de viajar; todavia, há tipos e tipos de viagem. Há pessoas que preferem curtir a vida mansa em uma bela praia, outras já querem a vida urbana de uma cidade cosmopolita, enquanto há aqueles que preferem contato direto com a natureza. Enfim, qualquer que seja o seu tipo de viagem ideal, é inegável que o turismo de guerra ganha cada vez mais olhares. Afinal, conhecer de perto as barbaridades de nossa história nos permite entender o nosso presente e repensar as nossas atitudes enquanto seres humanos. E então, curioso para saber quais são os locais que te levam direto para o passado?! Se sim, vamos nessa!

Se você gosta de turismo de guerra, então não deixe de ler esse nosso texto, em que falará mais sobre os destinos onde é possível ver as crueldades do nosso passado.
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20. Memorial da Resistência de São Paulo

Não poderíamos começar esse nosso texto sobre turismo de guerra sem enaltecer um lugar brasileiro que tem muita história para contar. Pois é, o nosso país não conta apenas com belas paisagens naturais não! Para quem se interessa por cultura, principalmente aquela atrelada ao nosso passado, vai ficar entusiasmado em conhecer o Memorial da Resistência de São Paulo, cujo foco principal é o período da ditadura militar no Brasil.

Turismo de Guerra: Memorial da Resistência de São Paulo

Embora a ditadura militar tenha sido, na verdade, um regime político, a verdade é que ela matou tantas pessoas contrárias ao governo que o período praticamente se tornou uma guerra civil. Para entender melhor sobre essa época obscura da história brasileira, é altamente aconselhável que visite o Memorial da Resistência de São Paulo. Localizado onde era o Departamento Estadual de Ordem Política e Social do Estado de São Paulo (DEOPS-SP), o local é um museu que preserva as memórias da resistência e da repressão políticas do estado de São Paulo. Visita para arrepiar!

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19. Museo Sitio de Memoria ESMA

Como é de conhecimento geral da maioria, o período obscuro da ditadura militar não reinou apenas no Brasil. Na realidade, ele existiu por toda a América do Sul, como, por exemplo, nos países do Chile e da Argentina. Ambos sofreram grandes massacres, assim como no nosso país, em que milhares de pessoas foram mortas por defender a democracia.

Turismo de Guerra: Museo Sitio de Memoria ESMA

No caso específico argentino, a crueldade foi bárbara. Na Escola Superior de Mecânica da Armada, a antiga ESMA, localizada em uma avenida movimentada, próximo de estação de trem, lojas e estádio de futebol, ou seja, bem diante da vida de todos, havia um centro clandestino de detenção, tortura e extermínio. Hoje, este horripilante lugar conta com o "Museo Sitio de Memoria ESMA", onde é possível ver de perto as crueldades deste passado nebuloso da Argentina .

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18. Memorial do Genocídio

Quem assistiu ao filme Hotel Ruanda deve se recordar do pano de fundo da história, que foi um dos maiores genocídios da história da humanidade: o genocídio de Ruanda, também conhecido como genocídio tutsi. O massacre ocorreu entre 7 de abril e 15 de julho de 1994 durante a Guerra Civil de Ruanda, matando, num período de 100 dias, entre 500 mil a um milhão de ruandenses, sendo cerca de 70% da população tutsi.

Turismo de Guerra: Memorial do Genocídio

Para entender de perto este terrível passado ruandense, diversos turistas se dirijam ao Genocide Memorial Centre, cuja tradução em português é Memorial do Genocídio. O local se situa no subúrbio de Gisozi, onde um número impressionante de 250 mil pessoas foram enterradas numa sepultura coletiva. Se você se interessou por visitar o memorial, é bom saber que precisa ter estômago forte, já que o museu acolhe os restos mortais dessas milhares de vítimas do genocídio.

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17. Campos de Extermínio Choeung Ek

O Campo de Extermínio Choeung Ek remonta a um período trágico, porém, importante, da história do Camboja. Entre 1975 e 1979, milhões de pessoas inocentes foram presas, torturadas e assassinadas pelas mãos do regime do Khmer Vermelho, episódio esse que ficou conhecido mundo afora como Genocídio Cambojano. No que se refere ao campo de extermínio, acredita-se que, das 17 mil vítimas que atravessaram os seus portões, apenas sete sobreviveram.

Turismo de Guerra: Campos de Extermínio Choeung Ek

Sabendo de todos os horrores que o lugar testemunhou, é inevitável não ficar emocionado ao visitar os Campos de Extermínio Choeung Ek. Afinal, ao ver de perto os crânios de milhares de vítimas, o passeio se torna uma experiência impactante até mesmo para a pessoa menos sensível. Portanto, se você é um fã de turismo de guerra, é bom se preparar emocionalmente antes de ir a este destino, pois se faz mais do que necessário.

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16. Culloden Battlefield

É quase impossível não se envolver com o trama de Outlander, cuja história se passa na Escócia no período dos levantes jacobitas, principalmente no que se refere à Batalha de Culloden em 1746. Se você ainda não assistiu à série, um spoiler, porém que é um fato histórico: durante a batalha, a causa jacobita foi aniquilada, sendo este o massacre mais sangrento que já aconteceu em solo britânico até os dias de hoje, e a constituição de clans, assim como o uso do tartan, foi proibida por mais de 100 anos.

Turismo de Guerra: Culloden Battlefield

Com a popularidade de Outlander, tornou-se inevitável a visibilidade do campo em que a Batalha de Culloden ocorreu. Como consequência, o "Culloden Battlefield" virou um dos destinos turísticos mais procurados da Escócia. Nele, você verá de perto não só o lugar em que diversos jacobitas deram o seu sangue pela causa, como também poderá conhecer o Memorial Cairn, com mais de 6 metros de altura, que presta uma homenagem a todos os escoceses que morreram lutando por seus clãs, sua cultura e seus ideais.

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15. Bunker 42

Dentre as guerras que já ocorrem, uma das mais importantes, que mexeu com toda a estrutura global, foi, com certeza, a Guerra Fria. Até hoje, há diversos requícios deste período, envolvendo até mesmo estruturas de países inteiros. Então, não seria estranho imaginar que não faltam lugares históricos onde é possível ver de perto algumas marcas desta guerra.Dentre eles, o Bunker 42.

Turismo de Guerra: Bunker 42

Para quem não sabe, o Bunker 42 é uma fortificação construída no subsolo de Moscou, capital da Rússia, ao longo da década de 50, a 65 metros de profundidade, com o objetivo de proteger o líder Stalin e seus parceiros soviéticos de uma guerra nuclear com os Estados Unidos. Hoje, o que restou foi apenas a estrutura deste esconderijo, que se tornou um dos pontos turísticos mais procurados da cidade.

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14. Checkpoint Charlie

E já que estamos falando da Guerra Fria, que tal falarmos mais sobre o Checkpoint Charlie, um dos lugares mais simbólicos deste período?! Localizado em Berlim, capital da Alemanha, o local foi um antigo posto militar que ficava entre a parte ocidental do país e a oriental durante a Guerra Fria.

Turismo de Guerra: Checkpoint Charlie

E qual era a função do Checkpoint Charlie, um dos lugares imprescindíveis a quem gosta do turismo de guerra?! Pois bem, o local era nada mais, nada menos, do que um posto em que controlava a passagem de pessoas. Dali que era registrado qualquer tráfego de uma autoridade, diplomatas ou das Forças aliadas entre as duas Alemanhas. Depois da queda do muro de Berlim , a cabine do posto de controle foi removido do local em 1990. 10 anos depois, uma cabine que reproduzia a original foi colocada no local.

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13 - A Casa do Terror

Quando alguém lhe falar "A Casa do Terror", você logo vai relacionar o local a algo mal-assombrado, não é mesmo?! Pois é, pode até ser uma verdade, mas a história é um pouquinho diferente no caso da Casa do Terror em Budapeste, na capital da Hungria. Ela pode ser sim considerada mal-assombrada, só que não de espíritos, como o termo sugere, mas sim por um outro fator: o período do regime fascista e comunista do país.

Turismo de Guerra: A Casa do Terror

Ao contrário das casas do terror dos parques de diversões, o lugar com mesmo nome em Budapeste não tem nada de divertido. É um endereço onde pessoas viveram terrores reais, desses de deixar qualquer um apavorado. Isso porque, em 1944, funcionou no local o quartel general do partido nazista húngaro, chamado de Arrow Cross. Depois, entre 1945 e 1956, quem assumiu o comando do endereço foram as polícias de terror comunistas: a ÁVO e ÀVH. Com isso, o museu e memorial Casa do Terror homenageia as vítimas desse período e serve como lembrança desse passado terrível e não tão distante assim.

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12. Cratera de Lochnagar

Se estamos falando de turismo de guerra, então não poderíamos deixar de falar, pelo menos, a respeito de um lugar onde se passou a Primeira Guerra Mundial. E o lugar escolhido foi a Cratera de Lochnagar, localizada na cidade de Somme, na França.

Turismo de Guerra: Cratera de Lochnagar

Na Cratera de Lochnagar, percebe-se o gigantesco poder de destruição causado por uma das minas terrestres empregadas durante a Grande Guerra. A explosão de uma mina com 25 toneladas de amonal, a qual resultou neste buraco com mais de 80 metros de profundidade, ocorreu no dia 1 de julho de 1916, quando os soldados britânicos investiram contra os alemães. As perdas fatais britânicas, somente neste dia, foram superiores a 57 mil. Hoje, o lugar é um dos pontos turísticos preferidos de quem é adepto ao turismo de guerra.

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11. Delta do Mekong

Se tem algo que representa bem a realidade vivida na Guerra do Vietnã é, com certeza, a menina nua que corre de braços abertos juntos com os seus irmãos. Impossível não se chocar ao ver a foto tirada. Infelizmente, esta criança se tornou o símbolo da crueldade desse conflito que matou mais de 2 milhões de vietnamitas, muitos deles civis, e 58.000 militares americanos. E um dos palcos dessa horrível matança foi justamente o Delta do Mekong.

Turismo de Guerra: Delta do Mekong

Chegando ao fim da nossa lista sobre o turismo de guerra, não poderíamos deixar de fora lugares icônicos da Segunda Guerra Mundial, considerada a mais mortal da história da humanidade. Disputada entre 1939 e 1945, estima-se que entre 60 a 85 milhões de pessoas foram mortas neste período. Um batalha horrível que marcou o nosso passado, mas que é importante aprendermos com ela para não cometermos os mesmos equívocos no futuro.

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10. Fábrica de Schindler

Quem nunca chorou ao assistir ao lindíssimo e emocionante filme "A lista de Schindler", não é mesmo?! Não à toa, a história que conta a vida do empresário alemão que salvou mais de mil judeus durante o Holocausto ao empregá-los em sua fábrica foi um sucesso de bilheteria e vencedor de sete Oscars, incluindo o de Melhor Filme.

Turismo de Guerra: Fábrica de Schindler

Como podem imaginar, a fábrica de Schindler, onde a história se passa, virou um dos maiores pontos turísticos de Cracóvia, cidade da Polônia, principalmente por aqueles que são fãs do turismo de guerra. Transformado em museu, o prédio encontra-se aberto ao público e a primeira exposição permanente foi sobre a vida na cidade durante a ocupação nazista. A mostra é composta da biografia de Oskar Schindler e dos funcionários de sua fábrica. Enfim, visita imperdível para quem se interessa pelo assunto!

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09. Casa de Anne Frank

Se você leu o nosso texto sobre os 10 pontos turísticos mais visitados do mundo, então já deve saber sobre o que se trata a Casa de Anne Frank. Mas se não sabe, não tem problema porque nós te contamos quem é esta menina que ficou tão famosa mundo afora e porque sua casa é tão relevante.

Turismo de Guerra: Casa de Anne Frank

Anne Frank foi uma garotinha alemã de origem judaica que escreveu um diário ao longo da Segunda Guerra Mundial contando sua vida nos esconderijos de um apartamento em Amsterdam. Este esconderijo, no caso, é a tal Casa de Anne Frank, tão procurada pelos turistas de todo o mundo. No local, que hoje funciona como um museu, há páginas originais de seu diário, além de alguns objetos da época e depoimentos dos sobreviventes. Ou seja, é um passeio bastante marcante não somente para quem gosta do turismo de guerra, como para qualquer pessoa do planeta.

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08. Hiroshima

Quando se fala sobre a Segunda Guerra Mundial, vários fatos históricos vem à mente. Dentre eles, os bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki, cidades do Japão, que ocorreram em 6 e 9 de agosto de 1945. O acontecimento foi tão marcante principalmente porque foi o primeiro e único momento na história em que armas nucleares foram usadas em guerra e contra alvos civis.

Turismo de Guerra: Hiroshima

No que diz respeito à Hiroshima, quase 20 anos depois da bomba atômica que aniquilou a cidade japonesa, ela conseguiu se reerguer e hoje é um forte polo turístico do Japão. Para se ter ideia, em 2016, 1,17 milhão de estrangeiros visitaram a cidade atraídos pelo Parque da Paz, que acolhe restos da Cúpula da Bomba e um museu sobre o impacto do ataque, além do Museu Memorial da Paz de Hiroshima, onde há testemunhos dos sobreviventes, bem como roupas e outros objetos das vítimas.

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07. Topografia do Terror

É inegável o fato de que a história trouxe profundas marcas na cidade de Berlim, na Alemanha. Dentre elas, as da Guerra Fria, que já falamos acima, e as da Segunda Guerra Mundial. Não à toa, Berlim guarda diversas memórias por suas ruas e prédios, a exemplo da Topografia do Terror, localizada no terreno que, entre 1933 e 1945, abrigou a sede da Gestapo, considerada a central do horror nazista. . 

Turismo de Guerra: Topografia do Terror

Dedicado aos horrores praticados pelo regime nazista, a Topografia do Terror ganha cada vez mais importância na manutenção da memória. Lá, são expostos os crimes e atrocidades cometidos pelas polícias nazistas, assim como o mecanismo das propagandas desta época, verdadeiras armas utilizadas pelo partido para gerar histeria coletiva e passar por cima de direitos essenciais. Ou seja, o local ajudará você a entender como era a máquina de poder e de terror nazista. Uma verdadeira aula de história!

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06. Bunkers de Mussolini

Em tempos de guerra, uma das principais ferramentas de proteção contra os seus inimigos são os bunkers. Eles nada mais são do que uma estrutura fortificada, parcialmente ou totalmente construída embaixo da terra, feita para resistir a projéteis de guerra, a exemplo de armas nucleares.

Turismo de Guerra: Bunkers de Mussolini

Se teve um líder político que usou e abusou dos bunkers, ele foi, com certeza, o italiano Mussolini, uma das figuras-chave na criação do fascismo. Com isso, os bunkers de Mussolini, localizados no subsolo de sua residência em Villa Torlonia, na cidade de Roma, capital da Itália, tornaram-se um dos principais pontos turísticos para os interessados pelo turismo de guerra. Neles, é possível ver de perto o mecanismo por trás de um bunker, onde há desde sistema de ventilação e gerador de eletricidade até saídas de emergência e portas duplas que garantiam a segurança dos ocupantes em casos de ataque com gás.

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05. Tribunal de Nuremberg

Se, por um lado o turismo de guerra mostra as crueldades acometidas ao longo de diversas batalhas, por outro ele também escancara a justiça sendo feita. No caso, é justamente o que acontece no Tribunal de Nuremberg, cidade da Alemanha, cuja visita é tão importante quanto os lugares em que existiram massacres.

Turismo de Guerra: Tribunal de Nuremberg

Logo após a Segunda Guerra Mundial, um tribunal se reuniu em Nuremberg, na Alemanha, com o objetivo de julgar os crimes cometidos pelos nazistas durante a guerra. De 1945 a 1949, o Tribunal de Nuremberg julgou 199 homens, sendo 21 deles líderes nazistas. As acusações foram desde crimes contra o direito internacional até de terem provocado de forma deliberada a Segunda Guerra Mundial. Dentre os réus julgados e condenados estava o braço direito de Adolf Hitler, Hermann Goering.

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04. Wolfsschanze

Conhecida também como a Toca do Lobo, o Wolfsschanze foi o nome em código de um dos maiores quartéis-generais (Q.G.) de Adolf Hitler durante a Segunda Guerra Mundial. O complexo encontrava-se perto de Rastenburg (atual Kętrzyn), à época Prússia Oriental e hoje território da Polônia, e foi lá que ocorreu o frustrado atentado de 20 de julho de 1944, arquitetado pelos grupos da resistência alemã para matar o Führer.

Turismo de Guerra: Wolfsschanze

Atualmente, o Wolfsschanze está passando por um processo de restauração. Isso porque o antigo quartel-general de Hitler, composto por diversos bunkers, tenta afastar imagem de "Disneylândia macabra". O local vai ser revitalizado para começar a focar na conscientização de seus visitantes.

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03. Gueto de Varsóvia

Com certeza, os poloneses foram o povo que mais sofreu com a Segunda Guerra Mundial. Seis milhões de pessoas da Polônia morreram no conflito, dos quais mais de 95% civis. Durante os seis anos de guerra, o país pareceu um "matadouro mecanizado, cuja esteira rolante transportava constantemente os cadáveres de seres humanos assassinados", como disse certa vez o escritor polonês e Nobel de Literatura Czeslaw Milosz.

Turismo de Guerra: Gueto de Varsóvia

Um dos lugares da Polônia que mostra a seus visitantes o período nebuloso por qual o país passou é o Gueto de Varsóvia. Ele foi o maior gueto em referência aos judeus estabelecido pela Alemanha Nazista durante o Holocausto e, além disso, foi palco da Revolta do Gueto de Varsóvia, a primeira insurreição massiva contra a ocupação nazista na Europa. Apesar disso, a maioria das pessoas que estiveram no gueto foi morta pela inalação de gás nocivo no campo de extermínio de Auschwitz. Nos três anos da sua existência, a fome, as doenças e as deportações para campos de trabalho reduziram a população para menos de 25%.

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02. Sachsenhausen

Um dos maiores símbolos dos horrores da Segunda Guerra Mundial são, sem dúvida alguma, os campos de concentração. Estes lugares eram um centro de confinamento militar, instalado em área de terreno livre e cercada por algum outro tipo de barreira, havendo permanentemente vigia para suster prisioneiros de guerra e/ou prisioneiros políticos. No entanto, eles mais foram um campo de extermínio dos "inimigos" do governo nazista do que qualquer outra coisa.

Turismo de Guerra: Sachsenhausen

Dentre os vários campos de concentração existentes pela Europa, um dos mais famosos e mais importantes da Alemanha nazista foi o Sachsenhausen, cuja visita é imprescindível se você estiver em Berlim, capital do país. Lá, você verá de perto os horrores cometidos contra os prisioneiros, que foram cerca de 200 mil pessoas, das quais muitas morreram de fome, por doenças adquiridas, trabalhos forçados, resultados de experiências médicas ou executadas a tiros ou nas câmaras de gás. Ou seja, uma crueldade sem fim que merece a nossa atenção.

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01. Auschwitz-Birkenau

Por fim, não poderíamos encerrar o nosso texto sem citarmos o Auschwitz-Birkenau, o campo de concentração localizado na Polônia e onde ocorreu um dos maiores, senão o maior, genocídio da história da humanidade. Considerado como o maior centro de assassinatos em escala industrial, matando mais de 1.3 milhão de pessoas, sendo em sua maioria judeus, Auschwitz-Birkenau é um lugar que embrulha o estômago de todos os seus visitantes. Embora o passeio seja extremamente impactante, ele se faz mais do que necessário, tendo em vista à necessidade de conhecermos de perto as crueldades do nosso passado para não cometermos as mesmas injustiças no futuro. Visitar o Auschwitz é, sem sombra de dúvidas, uma das maiores lições de vida que você poderia ter.

Turismo de guerra: Auschwitz-Birkenau

Agora que a lista dos lugares onde há o chamado turismo de guerra está finalizada, você ficou interessado em ir a algum desses destinos?! Com certeza, tem muita história envolvida em cada lugar citado, mas precisa ter estômago forte para ver de perto as crueldades que os homens já foram capazes de fazer. E aí, teria coragem?

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